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	<title>Blog 360 Brasil</title>
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	<description>Nosso Blog de Notícias</description>
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		<title>Google e Facebook sem importância?</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 14:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade / Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada, o especialista em tecnologia da revista Forbes, Eric Jackson, fez uma profecia controversa. Dizia que, talvez, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada, o especialista em tecnologia da revista Forbes, Eric  Jackson, fez uma profecia controversa. Dizia que, talvez, em cinco  anos, grandes nomes digitais como Google e Facebook podem perder  completamente a importância. Parece alarmista, mas a tese de Jackson tem  embasamento.</p>
<p>Ele diz que o Google era um típico site da web 1.0, quando o mais  importante era a organização da rede. Em sua infância nos anos 90, a web  já era composta de milhares de sites – longe dos bilhões atuais – e seu  público ainda tateava em suas primeiras navegações. Era preciso que  alguém facilitasse o rumo naquele primeiro momento – época em que todo  site tinha uma seção de links recomendados, lembra? Foi a partir dessa  necessidade que surgiram sites como o Yahoo (um diretório de sites) e a  Amazon (que organizava as compras online). O Google foi o principal nome  da última fase desta infância e resumia os anseios do cidadão digital  oferecendo apenas um campo de busca. “O que você quer saber?”, parecia  perguntar.</p>
<p>Veio em seguida a web 2.0, oferecendo ferramentas para as pessoas  publicarem o que quisessem online, sem precisar saber nada de códigos ou  linguagens de programação. Surgiram os blogs, os sites de hospedagem de  vídeos e fotos, podcasts e outros megafones virtuais para ampliar o  alcance do conteúdo produzido pelos usuários. E quando todos se  perguntavam quem poderia se interessar em assistir a um vídeo feito sem  muito cuidado ou ver fotos feitas com celular, surgiram as redes  sociais, que responderam à pergunta mostrando que os consumidores dos  conteúdos gerados por pessoas comuns eram elas mesmas, em nichos. Foi  nesse território que surgiu o segundo maior site da década , o Facebook.</p>
<p>Mas, do mesmo jeito que o Google patina para entrar na camada social  dominada pelo Facebook, a rede social também pasta na hora de conseguir  se transferir para a internet móvel. Todo aplicativo do site feito para  funcionar em dispositivos portáteis ficam muito aquém da experiência em  desktops ou laptops. Segundo Jackson, eis o problema do Facebook. Do  mesmo jeito que o Google não conseguiu – apesar de todas as tentativas –  entrar na era da web 2.0, o Facebook também não conseguirá entrar na  web 3.0, que, segundo ele, é a web em que os celulares e smartphones são  os principais dispositivos de acesso.</p>
<p>Permita-me discordar. Primeiro porque a web 2.0 está essencialmente  associada à mobilidade. Não apenas de tablets e celulares, mas também de  computadores portáteis. Fotos são tiradas pelo celular e compartilhadas  em diferentes redes sociais quase que simultaneamente. Os protestos  (Primavera Árabe, Occupy, entre outros) que vimos no ano passado foram  protagonizados por celulares e câmeras portáteis, não por desktops.</p>
<p><strong>Tudo ligado</strong></p>
<p>Discordo também do fato de a web 3.0 ser a internet móvel. O que  convencionou-se chamar de web 3.0 é a tal web semântica, que entende o  que seu usuário quer e oferece exatamente aquilo que ele precisa. Assim,  se a web 1.0 perguntava o que você queria, a web 2.0 traz o que você  quer sem mesmo que você saiba que queira (pense na quantidade de  assuntos que conheceu graças a links de amigos no Facebook). A web 3.0  facilitaria isso ainda mais – e você nem perceberia que está entrando na  internet ao receber tais informações.</p>
<p>Eis meu ponto: a web 3.0 não é de computadores e celulares, mas de  todos os aparelhos da sua casa, que, aos poucos, conectam-se à internet.  Primeiro a TV, e depois logo virá o rádio, o carro, a cozinha e tudo  que puder ser conectado. Não é simplesmente um navegador que, a partir  de seus hábitos online, lhe entrega o que você nem sabe que está  procurando e, sim, um futuro dos Jetsons – sem o carro voador. Você  acorda e em dez minutos a água do banho está esquentando. E logo que  você desliga o chuveiro, a cafeteira começa a preparar seu café. A web  3.0 nos desconecta de aparelhos, por completo.</p>
<p>Mas concordo em um ponto com Jackson: o Google desta web 3.0 ainda não  surgiu. E pode sim tornar Google e Facebook obsoletos em pouco tempo.</p>
<p>[Alexandre Matias, do <em>Estado de S.Paulo</em>]</p>
<p>Fonte: www.observatoriodaimprensa.com.br - 08/05/2012 na edição 693</p>
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		<title>Investimento em publicidade cresce 16%</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 10:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade / Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Investimento em publicidade cresce 16% no Brasil em 2011. Internet foi o meio que mais cresceu e receita de portais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Investimento em publicidade cresce 16% no Brasil em 2011.</h2>
<h3>Internet foi o meio que mais cresceu e receita de portais com publicidade quase dobra no ano passado, diz Ibope/Monitor</h3>
<p>O mercado publicitário brasileiro investiu R$ 88,3 bilhões nos  veículos de comunicação do país em 2011, um crescimento de 16% em  relação ao desembolso registrado em 2010. O avanço no volume de recursos  se deu praticamente em todos os meios de comunicação e registrou a  maior expansão no segmento de internet, que viu o faturamento global  pular de R$ 3,1 bilhões para R$ 5,3 bilhões.</p>
<p>De acordo com o Monitor Evolution, um serviço do Ibope que monitora o  setor, os veículos de comunicação online já captam 6% de tudo que é  investido em propaganda no país e, além da expansão natural, os números  de 2011 também foram impactados por mudanças nas tabelas de preço dos  principais portais.</p>
<p>A televisão continua a ser o meio que mais atrai anunciantes no país.  Só no ano passado foram investidos R$ 46 bilhões – contra R$ 40 bilhões  em 2010 -, o que representou 53% de tudo o que foi investido em  propagando no país.  O maior anunciante do Brasil continua sendo as  Casas Bahia, que desembolsaram R$ 3,3 bilhões para ter seus anúncios  veiculados em diferentes mídias Em segundo lugar veio a Unilever, com R$  2,6 bilhões, um aumento de 35% em relação à verba publicitária de 2010.</p>
<p>Até o segmento de jornais e revistas, que realizaram profundos cortes  em suas equipes nos últimos meses, registrou aumento expressivo no  volume de investimentos em publicidade. De acordo com os dados do  Monitor Evolution, o volume de recursos investidos nos meios de  comunicação desse segmento cresceu quase 10%, passando de R$ 22,5  bilhões em 2010 para R$ 24,5 bilhões em 2011. Na distribuição geral das  verbas publicitárias, no entanto, os segmentos perderam 1 ponto  percentual, saindo de 29% em 2010 para 28% em 2011.</p>
<p>Via: <strong>iG São Paulo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mudança nos domínios</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade / Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[A resolução da ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), entidade que controla os registros comerciais de domínios de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A resolução da ICANN (<em>Internet Corporation for Assigned Names and Numbers</em>), entidade que controla os registros comerciais de domínios de internet, <strong>enfim entrou em vigor, na data de hoje</strong>. No que tange aos chamados &#8220;GTLD&#8221; (<em>generic Top Level Domains</em>,  ou, no bom português, &#8220;domínios genéricos de nível superior&#8221;), as  empresas agora poderão abrir pedidos de registros de domínio que deixem  suas marcas e produtos mais evidentes: uma Apple da vida pode registrar o  sufixo &#8220;.apple&#8221; em sua propriedade e usá-lo em seus produtos,  aumentando a abrangência de sua marca. Os pedidos já podem ser feitos  através do <a href="http://www.icann.org/" target="_blank">site oficial da entidade</a> (veja vídeo sobre as requisições, em inglês, ao final do texto).<br />
<img style="margin: 3px; border: 1px solid #f1f1f1;" src="http://olhardigital.uol.com.br/uploads/acervo_imagens/2012/01/20120111192019.jpg" alt="gTLD" width="295" /></p>
<p>Por mais que a ICANN insista que isso é um passo evolutivo e salvador  (os sufixos &#8220;.com&#8221; e afins estão ficando cada vez mais limitados,  afinal), é inegável o fato de que esse assunto ainda gere muita dúvida.  Por isso, batemos um papo com o dr. Rodrigo Azevedo, sócio titular da  área de Propriedade Intelectual da SILVEIRO Advogados. Ele nos mostra o  que muda nessa nova resolução de domínio e, acima de tudo, como você  pode participar dela.</p>
<p>A primeira coisa a se levar em  consideração, segundo o especialista, é o fato de que &#8220;adquirir um  domínio superior&#8221; e &#8220;registrar um domínio&#8221; são duas coisas completamente  diferentes: &#8220;O domínio superior deve ser visto como &#8216;o outro lado do  balcão&#8217;, ou seja, você se torna a própria <em>registrar</em> <img src="http://olhardigital.uol.com.br/uploads/acervo_imagens/2012/01/20120111192259.jpg" alt="Reprodução" width="325" height="488" /><br />
[<em>nome dado a entidades responsáveis pelo registro e manutenção de domínios</em>],  determinando quais e quantos domínios usarão a sua marca, por quem e  quando a usarão. Em termos simplistas, você deixa de ser um registrante  comum para se tornar o registrador&#8221;.</p>
<p>Entretanto, é melhor  adiantar desde já: nem todo mundo pode ser um &#8220;registrador&#8221;. De acordo  com Azevedo, existe uma série de fatores a serem analisados antes de  permitir que você registre um domínio atrelado à sua marca, começando  pelos valores. Se no RegistroBR qualquer pessoa física é capaz de  adquirir um endereço de internet a R$ 30,00 por ano, o registro de um  domínio superior obrigará o candidato a pagar uma soma de US$ 180 mil &#8211;  algo em torno de R$ 340 mil reais. &#8220;Esse tipo de domínio é mais  destinado a médias e grandes empresas, e não para micro e pequenos  empresários ou pessoas físicas&#8221;. Azevedo ainda salienta que, não  bastasse a taxa de registro, uma taxa anual, de valor variável e  mediante análise da própria ICANN, deverá ser paga anualmente. O doutor  não soube precisar um valor médio, mas disse não ser menos que US$ 20  mil.</p>
<p>Uma saída apontada por Rodrigo Azevedo é a chamada &#8220;prática  de concessão&#8221;: mesmo em domínios superiores, existem nomes que são  genéricos demais, como &#8220;.hotel&#8221;. A solução, segundo ele, já vem sendo  praticada por algumas empresas. Uma rede hoteleira poderia adquirir o  domínio &#8220;.hotel&#8221;, mas ao invés de restringi-lo a um uso exclusivo,  poderia conceder que outros hotéis também o utilizassem, mediante um  pagamento pela permissão. &#8220;É mais ou menos como um consórcio&#8221;, diz o  advogado.</p>
<p>Parece um caminho justificado, já que obter este tipo  de domínio é uma tarefa árdua mesmo com os devidos pagamentos. Azevedo  diz que diversos fatores são levados em consideração pela ICANN. Em  outras palavras, antes de pagar pelo domínio, você deve ser elegível ao  registro dele. A ICANN avaliará pontos importantes como semelhança entre  domínios, nomes reservados ou protegidos por direitos autorais,  estabilidade do DNS e, mais além, o interessado deverá provar à entidade  que tem condições financeiras e tecnológicas de sustentar o uso deste  domínio.</p>
<p>Explicando: ter o domínio é só uma parte da equação.  Presumindo que a Apple adquira o &#8220;.apple&#8221; e queria aplicá-lo para  divulgar novos produtos &#8211; um fictício iPhone 5, por exemplo: o endereço  poderia ficar &#8220;www.iphone5.apple&#8221;. Esse mesmo sufixo pode ser usado para  um novo iPad, Macbook, iMac &#8211; o que a empresa preferir. Porém, a ICANN  obriga a Apple a manter condições saudáveis de sustento deste domínio &#8211;  por meios tecnológicos e financeiros.</p>
<p>&#8220;A ICANN já criou um guia, com mais de 350 páginas, listando todo o procedimento&#8221;, diz Rodrigo. Para baixá-lo gratuitamente, <a href="http://www.icann.org/en/topics/new-gtlds/rfp-clean-30may11-en.pdf" target="_blank"><strong>clique aqui</strong></a> (em inglês).</p>
<p><object id="flashObj" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" width="486" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,47,0"><param name="movie" value="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1" /><param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /><param name="flashVars" value="videoId=1244544292001&amp;playerID=17699847001&amp;playerKey=AQ~~,AAAABAC4nQE~,ssuCjFQd_8pumwJQRU3orvbR10grO8jM&amp;domain=embed&amp;dynamicStreaming=true" /><param name="base" value="http://admin.brightcove.com" /><param name="seamlesstabbing" value="false" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="swLiveConnect" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="486" height="412" src="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1" bgcolor="#FFFFFF" flashvars="videoId=1244544292001&amp;playerID=17699847001&amp;playerKey=AQ~~,AAAABAC4nQE~,ssuCjFQd_8pumwJQRU3orvbR10grO8jM&amp;domain=embed&amp;dynamicStreaming=true" base="http://admin.brightcove.com" name="flashObj" seamlesstabbing="false" allowfullscreen="true" swliveconnect="true" allowscriptaccess="always" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash"></embed></object><br />
Mas e se empresas homônimas anteciparem, de alguma forma, as gigantes  tecnológicas que conhecemos? &#8220;Se, por exemplo, uma associação de  produtores de maçã nos Estados Unidos adquirir o domínio &#8216;.apple&#8217;, a  situação pode ficar ruim para a empresa fundada por Steve Jobs&#8221;, explica  Rodrigo. &#8220;Vai funcionar da seguinte forma: Em maio, após o fechamento  do prazo para pedidos de registro, a ICANN publicará uma lista completa  com todos os solicitantes. Quem se sentir prejudicado de alguma forma  deverá custear e apresentar um recurso de impugnação, o qual será levado  à entidade para análise e julgamento&#8221;.</p>
<p>Vale citar: o prazo para <a href="http://www.icann.org/" target="_blank">encaminhamento dos pedidos</a> de registro de domínios superiores vai até o dia 8 de abril. Após isso,  a ICANN vai parar de receber pedidos e compilará a dita lista.</p>
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